Começamos os passeios de hoje por Qenqo, que tinha ficado de fora ontem. No fim, era outra ruína pequena, até daria para termos ido ontem mesmo. O que impressiona em Qenqo são os detalhes dos entalhes nas rochas, ou melhor, a perfeição e a fluidez destes trabalhos. Esta ruína tem uma pequena parte subterrânea, que é acessível, e há um nicho quadrado escavado na rocha, com uma perfeição de deixar o queixo caído.
Andamos mais um pouco por ali e depois seguimos para Moray.
O sítio arqueológico de Moray ainda gera um pouco de controvérsia. Os especialistas não têm certeza de qual era a função destas construções. São quatro conjuntos de terrazas, como as que se veem em Pisaq, porém em um formato circular perfeito. Provavelmente era usado para agricultura ou mesmo como uma espécie de laboratório de pesquisa para as outras terrazas. Mas há quem diga que se tratam de anfiteatros, que podiam ser utilizados até mesmo para julgamentos.
De Moray seguimos para a Salinera Maras. Trata-se de um conjunto de cerca de 3.000 piscinas destinadas à extração de sal. Um pequeno córrego nasce na encosta da montanha, vindo de um manancial hipersalino que se formou junto com a cordilheira dos Andes, há 110 milhões de anos atrás. Essa água é morna e muito salgada, abastece as piscinas e, após sua evaporação, os trabalhadores extraem o sal bruto. Há registros do uso destas piscinas a partir do ano de 500 DC, com povos pré incas (os Wari, os mesmos que construíram Pikillaqta).
Almoçamos ali mesmo na salina, um prato feito de frango super simples e barato, mas que nos manteve com energia pelo resto do dia.
E precisávamos de energia, pois a próxima parada era Ollantaytambo.
E pensar que eu cogitei deixar esta cidade de fora (estou cansando um pouco de ruínas). É um lugar incrível, no fundo do vale, com centenas de construções incas e pré incas em bom estado de conservação. O próprio pueblo de Ollantaytambo, que fica junto à base da montanha, é considerado um reduto de descendentes de incas. Novamente se veem as terrazas, novamente a área militar e o Templo do Sol. Este último é espetacular, pois é formado por 5 rochas gigantescas levadas até uma parte intermediária da montanha, e colocadas no exato lugar onde incidem os primeiros raios solares do dia. E, mais uma vez, também vemos a engenharia Inca na construção de canais que até hoje vertem água pura. E, apesar de parecer ser uma repetição, acabamos nos surpreendendo pela beleza e capacidade deste povo.
O que nos deixou preocupados hoje foi, novamente o trânsito. Realmente não é um lugar fácil de dirigir. Qualquer distração pode significar uma colisão com outro carro, caminhão, van ou outro veículo. É estressante. Amanhã, se sairmos, vamos de táxi. Acho que só pego o carro novamente para voltar pro Brasil. Ufa...
Jantamos no restaurante Faustina pela segunda vez, pois é um lugar muito agradável, com ótimo atendimento, e os pratos são uma fusão de sabores tradicionais com toques modernos. Um pouco mais caro que outros, mas não é exagerado e vale a pena pela experiência.
Andamos mais um pouco por ali e depois seguimos para Moray.
O sítio arqueológico de Moray ainda gera um pouco de controvérsia. Os especialistas não têm certeza de qual era a função destas construções. São quatro conjuntos de terrazas, como as que se veem em Pisaq, porém em um formato circular perfeito. Provavelmente era usado para agricultura ou mesmo como uma espécie de laboratório de pesquisa para as outras terrazas. Mas há quem diga que se tratam de anfiteatros, que podiam ser utilizados até mesmo para julgamentos.
De Moray seguimos para a Salinera Maras. Trata-se de um conjunto de cerca de 3.000 piscinas destinadas à extração de sal. Um pequeno córrego nasce na encosta da montanha, vindo de um manancial hipersalino que se formou junto com a cordilheira dos Andes, há 110 milhões de anos atrás. Essa água é morna e muito salgada, abastece as piscinas e, após sua evaporação, os trabalhadores extraem o sal bruto. Há registros do uso destas piscinas a partir do ano de 500 DC, com povos pré incas (os Wari, os mesmos que construíram Pikillaqta).
Almoçamos ali mesmo na salina, um prato feito de frango super simples e barato, mas que nos manteve com energia pelo resto do dia.
E precisávamos de energia, pois a próxima parada era Ollantaytambo.
E pensar que eu cogitei deixar esta cidade de fora (estou cansando um pouco de ruínas). É um lugar incrível, no fundo do vale, com centenas de construções incas e pré incas em bom estado de conservação. O próprio pueblo de Ollantaytambo, que fica junto à base da montanha, é considerado um reduto de descendentes de incas. Novamente se veem as terrazas, novamente a área militar e o Templo do Sol. Este último é espetacular, pois é formado por 5 rochas gigantescas levadas até uma parte intermediária da montanha, e colocadas no exato lugar onde incidem os primeiros raios solares do dia. E, mais uma vez, também vemos a engenharia Inca na construção de canais que até hoje vertem água pura. E, apesar de parecer ser uma repetição, acabamos nos surpreendendo pela beleza e capacidade deste povo.
O que nos deixou preocupados hoje foi, novamente o trânsito. Realmente não é um lugar fácil de dirigir. Qualquer distração pode significar uma colisão com outro carro, caminhão, van ou outro veículo. É estressante. Amanhã, se sairmos, vamos de táxi. Acho que só pego o carro novamente para voltar pro Brasil. Ufa...
Jantamos no restaurante Faustina pela segunda vez, pois é um lugar muito agradável, com ótimo atendimento, e os pratos são uma fusão de sabores tradicionais com toques modernos. Um pouco mais caro que outros, mas não é exagerado e vale a pena pela experiência.












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