Apesar da indisposição de ontem, saímos cedinho, indo direto para Pisaq, um dos sítios arqueológicos mais importantes da região de Cuzco. É um lugar impressionante, com as 'terrazas', ou degraus, usados para o plantio de diversas culturas. A tecnologia utilizada é avançada até para os dias atuais, com um sistema de drenagem e fundações sólidas para resistir aos terremotos ao mesmo tempo em que distribui água e calor (para escapar das geadas de inverno) por todo o plantio. Ali ficamos sabendo que existem cerca de 100 tipos diferentes de quinoa. Além disso, já tínhamos recebido a informação de que são entre 300 e 400 tipos de milho e entre 3.000 e 4.000 tipos de batata. As quantidades variam conforme quem fornece a informação ;)
Pisaq, como toda construção Inca, tem uma separação de classes sociais, bem como uma área militar e outra para armazenamento de alimentos. Ali também se encontra uma área destinada ao estudo da astronomia. E, da mesma forma que outras construções e cidades Incas, duas partes da cidade imitam o formato de animais: a área de armazenamento de alimentos é em forma de uma perdiz, e as terrazas de uma das laterais da montanha, quando vista de longe, lembram o formato de um condor, que é um dos três animais mais sagrados da mitologia Inca, junto com a puma e a serpente.
Neste passeio contratamos um guia, o que foi muito proveitoso. Não contratamos guia em todos os lugares porque fica caro. Eles cobram entre S 40 e 70 pela visita. O de hoje, além de muito prestativo e claro nas explicações (apesar do espanhol bem rápido), ainda nos presenteou com um toque de flauta em homenagem aos antepassados enterrados nas tumbas que se veem do outro lado do vale. Aliás, são cerca de 3.500 tumbas esparramadas em 4 km de encosta. Após o término do tempo dele (pouco mais de uma hora), ainda seguimos um subindo até o topo da montanha, em que há um mirante de onde se via todo o entorno. Cansativo mas recompensador.
Depois disso saímos com o nosso carro em direção a um refúgio de animais, mas com a intenção de parar para almoçar no caminho. Quando terminamos a descida da montanha, já chegando ao pueblo de Pisaq, havia um 'restaurante' à beira da estrada, com uma fachada muito bonita. Paramos ali, mas descobrimos que eles serviam apenas empanadas. Estávamos quase indo embora, mas o ambiente era tão convidativo, e os sabores tão variados, que ficamos ali mesmo. Comemos 19 empanadas de 7 sabores diferentes! Eu já estava me perguntando quanto aquilo iria custar, mas cada empanada custava apenas S 5, e além disso 2 foram de cortesia! Valeu muito a pena.
Pisaq, como toda construção Inca, tem uma separação de classes sociais, bem como uma área militar e outra para armazenamento de alimentos. Ali também se encontra uma área destinada ao estudo da astronomia. E, da mesma forma que outras construções e cidades Incas, duas partes da cidade imitam o formato de animais: a área de armazenamento de alimentos é em forma de uma perdiz, e as terrazas de uma das laterais da montanha, quando vista de longe, lembram o formato de um condor, que é um dos três animais mais sagrados da mitologia Inca, junto com a puma e a serpente.
Neste passeio contratamos um guia, o que foi muito proveitoso. Não contratamos guia em todos os lugares porque fica caro. Eles cobram entre S 40 e 70 pela visita. O de hoje, além de muito prestativo e claro nas explicações (apesar do espanhol bem rápido), ainda nos presenteou com um toque de flauta em homenagem aos antepassados enterrados nas tumbas que se veem do outro lado do vale. Aliás, são cerca de 3.500 tumbas esparramadas em 4 km de encosta. Após o término do tempo dele (pouco mais de uma hora), ainda seguimos um subindo até o topo da montanha, em que há um mirante de onde se via todo o entorno. Cansativo mas recompensador.
Depois disso saímos com o nosso carro em direção a um refúgio de animais, mas com a intenção de parar para almoçar no caminho. Quando terminamos a descida da montanha, já chegando ao pueblo de Pisaq, havia um 'restaurante' à beira da estrada, com uma fachada muito bonita. Paramos ali, mas descobrimos que eles serviam apenas empanadas. Estávamos quase indo embora, mas o ambiente era tão convidativo, e os sabores tão variados, que ficamos ali mesmo. Comemos 19 empanadas de 7 sabores diferentes! Eu já estava me perguntando quanto aquilo iria custar, mas cada empanada custava apenas S 5, e além disso 2 foram de cortesia! Valeu muito a pena.
Ainda saciamos uma curiosidade com o garçom / dono / cozinheiro do restaurante (isso parece ser comum, aqui, que o próprio responsável pelo restaurante seja o principal garçom): sobre a cumeeira de muitas casas é possível ver uma cruz e dois touros; é o sincretismo religioso deles, encontrado em toda a cultura cusquenha. A cruz é para abençoar e os touros, pra proteger. Coloquei uma foto disso ali abaixo.
Dali para o Santuário Ccochahuasi eram poucos minutos. Como todo santuário, eles recebem animais resgatados. Apesar de pequeno, eles têm inúmeros animais, como vicunhas (parentes das lhamas, porém que não se deixam domesticar), lhamas e alpacas, vários condores, dois gatos selvagens, três pumas, três pequenos 'ursos de óculos', raposas e alguns pássaros e macacos. O trabalho parece ser bem feito, apesar dos poucos recursos, e foi bem legal termos feito esta parada.
Então seguimos para Tambomachay, que é tida como um importante marco da engenharia Inca, pois nestas ruínas há uma fonte de água cuja origem fica há 25 km de distância. É essa fonte continua jorrando água mesmo depois de, 600 anos! Porém, depois de todos os outros lugares que visitamos, foi um pouco decepcionante. Em outras ruínas também foi possível observar estas fontes, aparentemente perenes. Então poderíamos ter dispensado.
Ainda estava no roteiro uma visita às ruínas de Qenqo, que ficam bem próximos de Cuzco, mas como estávamos muito cansados, acabamos deixando para organizar esta visita em outro dia.
Jantamos no Sumaqcha, recomendado pelo pessoal do hostel e, como sempre, tivemos uma ótima experiência pra fechar o dia. Eu acho que exagerei um pouco, para quem estava mal no dia anterior, mas faz parte!
Dali para o Santuário Ccochahuasi eram poucos minutos. Como todo santuário, eles recebem animais resgatados. Apesar de pequeno, eles têm inúmeros animais, como vicunhas (parentes das lhamas, porém que não se deixam domesticar), lhamas e alpacas, vários condores, dois gatos selvagens, três pumas, três pequenos 'ursos de óculos', raposas e alguns pássaros e macacos. O trabalho parece ser bem feito, apesar dos poucos recursos, e foi bem legal termos feito esta parada.
Então seguimos para Tambomachay, que é tida como um importante marco da engenharia Inca, pois nestas ruínas há uma fonte de água cuja origem fica há 25 km de distância. É essa fonte continua jorrando água mesmo depois de, 600 anos! Porém, depois de todos os outros lugares que visitamos, foi um pouco decepcionante. Em outras ruínas também foi possível observar estas fontes, aparentemente perenes. Então poderíamos ter dispensado.
Ainda estava no roteiro uma visita às ruínas de Qenqo, que ficam bem próximos de Cuzco, mas como estávamos muito cansados, acabamos deixando para organizar esta visita em outro dia.
Jantamos no Sumaqcha, recomendado pelo pessoal do hostel e, como sempre, tivemos uma ótima experiência pra fechar o dia. Eu acho que exagerei um pouco, para quem estava mal no dia anterior, mas faz parte!
Um último ponto a ressaltar, apesar da vergonha de ter que admitir a mancada: não dá pra bobear com bloqueador solar. O vento frio da montanha engana, mas o sol é impiedoso. Mas algumas coisas só se aprendem errando acho eu...









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